
Além do descrito no parágrafo anterior há que ter em conta os factores característicos de qualquer jogo: a influência de factores externos: a sorte, o imprevisto, os erros dos árbitros
Para levar de vencida o previsto e o imprevisto é necessário que as equipas que praticam futebol, as equipas ganhadoras, se superem a si mesmas ao longo dos 90 minutos e não somente em 30 ou 45 minutos.
Quanto ao jogo jogado:
O Rio Ave entrou em campo para não perder, é natural, equipa super-defensiva e destrutiva, com as pedras bem distribuídas no terreno de jogo, muito disciplinada tacticamente. O seu objectivo era não perder e explorar o contra-ataque e os lances de bola parada e um deslize de jogadores portistas.
O FC Porto entrou mole e sonolento, com algum desplante, esperando que o tempo acabasse por fazer a diferença,ora não se pode estar a dormir à espera que os outros façam aquilo que nos compete, mas sim tomar a iniciativa e o controlo do jogo para que as coisas aconteçam. Primeira parte chata e de bocejo. Ao intervalo houve palestra e na 2ª parte a equipa entrou como devia ter entrado logo de início.
No fim o empate a zero acaba por se aceitar, pois, pelo modo como jogou na 1ª parte, o FCP não mereceu a vitória. Depois temos os factores externos: 2 ou 3 bolas nos postes; um punhado de excelentes defesas do guarda-redes Paiva; a sorte; os erros do árbitro, com pelo menos uma grande penalidade flagrante por assinalar.
A culpa é dos outros? Não a culpa é sempre nossa porque, apesar de prevenidos, não sabemos lidar com as situações.
2 comentários:
Dos cânones não constarão desabafos, ficará apenas o 0-0... ahahah
(já cá cantam é 6 pontinhos... este ano é p'ra Europa, carago, BRIOOOSA)
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